<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655</id><updated>2012-02-16T15:47:29.100-02:00</updated><title type='text'>Contraponto</title><subtitle type='html'>Blog dedicado aos espíritos inquietos, que ousam refletir apesar das tentações do pensamento único ...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-1562523169300363542</id><published>2010-05-09T07:23:00.003-03:00</published><updated>2011-07-16T19:25:54.465-03:00</updated><title type='text'>Twitter</title><content type='html'>Aderi à onda: estou no Twitter, aprendendo a usá-lo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-1562523169300363542?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/1562523169300363542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=1562523169300363542&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1562523169300363542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1562523169300363542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2010/05/tweetter.html' title='Twitter'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-4792883395395833192</id><published>2010-05-08T22:31:00.006-03:00</published><updated>2010-05-08T22:42:19.054-03:00</updated><title type='text'>Tudo flui!</title><content type='html'>Ao retomar as postagens do blog, espanta-me a velocidade com que se transformou a internet nestes escassos 16 meses durante os quais fiquei em silêncio. Twitter, o que era isto em dezembro de 2008? Há instantes, decidi retomar as postagens do blog por conta dos caminhos a que fui levado quando tentei tornar-me um "seguidor" do jornalista Políbio Braga. Ele é uma de minhas leituras diárias e já não dava mais conta de acompnhá-lo pelo blog. Por isso, acessei a opção do seu Twitter - e acabei chegando ao meu próprio blog!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto, tudo flui, como afirmou há 2400 anos um de meus gurus, Heráclito de Éfeso. Que seja assim. Retomo minhas postagens e farei uma "capacitação intensiva" para aprender a usar blog e twitter (daqui em diante, minúsculo mesmo) juntos. É provável que tenha cometido minhas primeiras barbeiragens ao enviar convites a alguns amigos dos quais tinha à mão seus e-mails. É como aprender a dirigir - impossível não dar umas raspadas no câmbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos amigos de sempre, aos antigos colegas da FURG e aos novos colegas da SMEC: voltei!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-4792883395395833192?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/4792883395395833192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=4792883395395833192&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/4792883395395833192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/4792883395395833192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2010/05/tudo-flui.html' title='Tudo flui!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-9015579099584243769</id><published>2008-12-31T12:58:00.003-02:00</published><updated>2009-01-10T20:10:38.336-02:00</updated><title type='text'>Novos desafios!</title><content type='html'>Meu &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; esteve abandonado por longo período. Fiz a última postagem em 21 de maio de 2008. De junho até o início de outubro engajei-me na campanha do então candidato a Prefeito Fábio Branco - e foi este o motivo que me afastou do &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;. Avaliei que o engajamento político-eleitoral afetava a linha editorial, se é que posso dizer assim, da página. Vencido o embate eleitoral, continuei dando um tempo, pois desenhava-se a possibilidade de que viesse a integrar o secretariado do Prefeito Fábio Branco, por indicação do partido a que sou filiado há 16 anos (o PSDB). E, realmente, na última segunda-feira, 29/12, o Prefeito convidou-me para ser o Secretário Municipal da Educação e Cultura de sua Administração. Honrado com o convite, aceitei-o e dediquei os últimos dias de 2008 preparando-me para fazer frente a este imenso desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que interessa ao &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;, esta situação confirma a ruptura com a linha editorial com que o concebi, focalizando temáticas acadêmicas e variedades. A partir do momento em que assumir o cargo de Secretário, tenho consciência de que precisarei repensar o &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt;. Com este registro, encerro este interminável 2008, que foi um bom ano para mim. Nas primeiras semanas de 2009, espero retomar as postagens regulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos eventuais leitores, desejo um próspero Ano Novo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-9015579099584243769?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/9015579099584243769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=9015579099584243769&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/9015579099584243769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/9015579099584243769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/12/novos-desafios.html' title='Novos desafios!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-4705761600212972794</id><published>2008-05-31T18:31:00.006-03:00</published><updated>2008-05-31T19:18:52.800-03:00</updated><title type='text'>O trânsito em Rio Grande</title><content type='html'>Há pouco mais de um ano, comentava com meus amigos que o trânsito relativamente calmo de Rio Grande em parte se explicava pela redução progressiva no nível de atividade econômica da cidade. Cruzava pela Marechal, pela Netto, pela Silva Paes e quase não tinha sensação de risco ao fazê-lo. A baixa intensidade de tráfego era evidência de que as pessoas pouco se deslocavam de um lugar a outro. Pois agora é o inverso: nos últimos meses não apenas fui adquirindo a sensação de que é perigoso atravessar as ruas, mas, o que é mais dramático, perdi a conta dos acidentes com que me deparei. Felizmente, nenhum comigo. Hoje pela manhã, por das 7 horas, quando me deslocava para o Campus da FURG, precisei alterar meu roteiro porque havia uma moto embaixo de um ônibus, na esquina Senador Corrêa com o Canalete. Vejam bem: eu disse 7 horas da manhã. De um sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está havendo? Por que as pessoas estão "indo e vindo" com tanto frenesi - e de carro? Ora, devido aos pesados investimentos que estão sendo feitos, é óbvio. Numa velocidade há muito desconhecida pelos rio-grandinos, surgem do dia para a noite novas oportunidades de trabalho e negócios. Some-se a isso as centenas (alguns falam de milhares) de pessoas que vieram de outros lugares para Rio Grande - também de uma hora para outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E justamente nesse momento foram iniciadas as mudanças no sistema de trânsito. Embora tais mudanças visem racionalizar o fluxo de veículos, a coincidência de sua implantação com a intensificação do volume de tráfego, decorrente da implantação de novos empreendimentos, a muitas pessoas provocou a sensação de que contribuiram para o aumento da insegurança, dos acidentes e dos engarrafamentos (que quase não sabíamos o que era!). Tenho  dúvidas, pois tais mudanças se restringem à área central - e os  acidentes acontecem em toda a cidade e nas rodovias (RS 734 e BR 472).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a tentativa de racionalização do tráfego era necessária, o que não significa dizer que as soluções implementadas são as melhores. Não sou técnico no assunto, mas o bom senso aconselha que se examinem as críticas feitas por motoristas e pedestres. E, claro, por profissionais especializados. Mas, que alguma coisa precisaria ser feito, disso também não tenho dúvidas. Assim, se ajustes precisarem ser feitos, que o sejam, o mais rapidamente possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/SEHKvpNHTAI/AAAAAAAAADI/_l-6NN8n15g/s1600-h/Pesqueiros1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206665564080524290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/SEHKvpNHTAI/AAAAAAAAADI/_l-6NN8n15g/s320/Pesqueiros1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o trânsito não se acerta, ainda bem que o cais do Porto Velho não está sendo alvo de "novos empreendimentos". Por enquanto. Assim, podemos apreciar o repouso dos pesqueiros ao anoitecer. Nem parece que, a poucos metros, o trânsito estava atravancado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-4705761600212972794?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/4705761600212972794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=4705761600212972794&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/4705761600212972794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/4705761600212972794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/05/o-trnsito-em-rio-grande.html' title='O trânsito em Rio Grande'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/SEHKvpNHTAI/AAAAAAAAADI/_l-6NN8n15g/s72-c/Pesqueiros1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-355144222468770556</id><published>2008-05-25T08:40:00.003-03:00</published><updated>2008-05-31T08:14:41.785-03:00</updated><title type='text'>Organização do conhecimento</title><content type='html'>Embora este &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; seja aberto a quem interessar possa, haja vista que seu autor é professor do curso de Biblioteconomia da FURG, em algumas situações, o mesmo serve de canal para eventuais atividades didáticas de disciplinas ministradas pelo autor. Este &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; se enquadra nesta categoria. Felizmente, a liberdade intrínseca aos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; permite que isto seja feito. Vamos ao enunciado do que se pede aos educandos da disciplina Organização do conhecimento, que é oferecida no primeiro semestre do mencionado curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog é uma página individual, pré-configurada pela organização proprietária do blogger. No caso da tarefa que propusemos, com a finalidade de facilitarmos e harmonizarmos o trabalho da turma, sugerimos o uso do Google. Qual a finalidade de um blog? A mesma de qualquer outra página da web: permitir a comunicação entre pessoas. Mas, com uma diferença: os recursos básicos de inclusão de conteúdos, de navegação e de interação estão pré-configurados, facilitando sobremodo o trabalho do bloqueiro iniciante. Desse modo, pretendem as organizações proprietárias dos bloggers angariar o maior número possível de usuários e, assim, alavancar seus próprios negócios.E para nossa disciplina, qual o interesse em pedir que cada educando crie seu próprio blog? Queremos com esta atividade demonstrar na prática que o uso dos recursos básicos da web estão disponíveis para qualquer pessoa, mesmo que não seja "dona" de um computador e assinante de uma linha telefônica. Mais, desmistificar a necessidade de conhecimentos técnicos sofisticados como condição para o uso de tais recursos, explicitando que se tratam, do ponto de vista do usuário final, tão e simplesmente mais uma ferramenta com a qual as pessoas podem fazer o que sempre fizeram: comunicar-se umas com as outras.Como qualquer página pessoal, o blog inevitavelmente apresenta as marcas de seu autor, tanto em termos gráfico-estéticos, quanto funcionais e de conteúdo. O professor compreende e acolhe esta diversidade sem problemas, porém, com uma restrição: a temática do blog terá que expressar inequivocamente relação com a área de Biblioteconomia / Ciência da Informação / Organização do Conhecimento.Estabelecidas estas premissas, cada educando matriculado na disciplina deverá criar seu próprio blog (o que alguns já fizeram), incluindo nele, no mínimo, os seguintes elementos: 1) Seu próprio perfil, incluindo uma breve "biodata" e uma fotografia, além de informar os demais itens solicitados: livros, filmes e músicas que aprecia. 2) Um post, que nada mais é do que um texto breve, com temática relacionada à Biblioteconomia / Ciência da Informação / Organização do conhecimento. 3) Uma fotografia que tenha por tema a Universidade Federal do Rio Grande ou o curso de Biblioteconomia. 4) Links para outros blogs ou páginas de interesse para a área de Biblioteconomia / Ciência da Informação / Organização do Conhecimento. 5) Links para os blogs de pelo menos outros 4 (quatro colegas) de turma. 6) Uma enquete sobre um assunto de interesse para a área de Biblioteconomia / Ciência da Informação / Organização do Conhecimento, com intervalo de tempo para respostas em aberto até 27 de junho de 2008. Nesse ínterim, cada blogueiro pode e deve lançar mão de estratégias de comunicação que resultem no maior número possível de respondentes para sua enquete.O professor avaliará cada blog com base nos quesitos indicados acima. A avaliação desta tarefa, juntamente com a avaliação da resenha, terá peso 4 na formação da nota do segundo bimestre. Ao dar por construído seu blog, cada educando deve postar uma breve mensagem neste módulo da plataforma Claroline, informando ao professor seu endereço na web e convidando-o a uma visita. Tal convite também deve ser postado no blog do professor, na forma de um comentário ao post referente à criação dos blogs da turma. O professor recomenda a todos a rigorosa observância dos prazos, haja vista que as notas do segundo bimestre precisam ser inseridas no sistema até o dia 30 de junho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-355144222468770556?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/355144222468770556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=355144222468770556&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/355144222468770556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/355144222468770556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/05/organizao-do-conhecimento.html' title='Organização do conhecimento'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-183366580746989399</id><published>2008-05-09T21:20:00.003-03:00</published><updated>2008-05-09T21:48:06.918-03:00</updated><title type='text'>Pasto ou canavial?</title><content type='html'>Quem diria que a figura emblemática do chinês comendo arroz com palitos de madeira será em breve coisa do passado? Pois é, agora, na condição de nova potência mundial, o Estado chinês tenta resolver as conseqüências da mudança do padrão alimentar de uma parcela crescente de sua população, que, com maior poder de compra, agora quer consumir proteínas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, uma coisa é produzir arroz, outra botar bife na mesa de centenas de milhões de consumidores. Até virar bife, o boi consome muito pasto - e, para isto, precisa de muito campo. Quem acompanha a destruição da floresta amazônica sabe bem disso. Pois bem, em nome da "segurança alimentar" de seus cidadãos o Estado chinês está prestes a decidir-se pelo arrendamento de terras para resolver o problema. Na China? Aí é que a coisa fica complicada: não! O Estado chinês está de olho gordo é nas terras da África e da América Latina. E seu governo declara, candidamente, que espera que os governos dos países desses continentes não resistam às investidas de suas empresas (a maioria delas estatais ou pára-estatais), que vão executar sua política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que o novo senhor do pedaço não usará do &lt;em&gt;big stick&lt;/em&gt; para exercer sua hegemonia. Reconhecida como economia de mercado, inclusive pelo Brasil, de que lado ficarão os "empresários" chineses por aqui? De quem pugna pela reforma agrária ou combate a destruição das florestas, do cerrado e do pantanal, ou ao lado do &lt;em&gt;agribusiness&lt;/em&gt;? Prevalecerá a ideologia ou a máxima de que "países não têm amigos, mas interesses"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só o tempo o dirá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-183366580746989399?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/183366580746989399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=183366580746989399&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/183366580746989399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/183366580746989399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/05/pasto-ou-canavial.html' title='Pasto ou canavial?'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-4617845050196429742</id><published>2008-05-01T11:45:00.006-03:00</published><updated>2008-05-01T13:07:46.976-03:00</updated><title type='text'>Medicina da FURG entre os 10 melhores cursos do país!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foi com imensa alegria que li a notícia sobre o último ENADE, publicada pela &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Folha Online&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ontem, 30 de abril, às 2h30min. Motivo? O Curso de Medicina da FURG conquistou nota 4 nos dois quesitos, posicionando-se entre os 10 melhores cursos de Medicina do país. É uma conquista e tanto, resultado da perseverança, da dedicação ao estudo, de professores, estudantes e técnicos em educação vinculados ao Curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo o fato de que vários cursos de Medicina tiveram desempenho sofrível, inclusive o da UFBA, pode tirar o brilho da conquista da Medicina da FURG. Ao contrário, os cursos que estão na berlinda podem mirar-se no que vem sendo feito por aqui para recolher subsídios eventualmente úteis à compreensão e enfrentamento dos problemas que estão na origem do desempenho obtido por seus estudantes no ENADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que é politicamente incorreto lembrar o bordão "eu já sabia", mas é exatamente isto que tenho repetido aos educandos que cursam minha disciplina (&lt;em&gt;Informação em Ciências da Saúde - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.claroline.furg.br/claroline160/courses/10141/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.claroline.furg.br/claroline160/courses/10141/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;). Não canso de lembrar a eles que, em termos do acesso à informação, os recursos tecnológicos hoje disponíveis praticamente eliminaram as barreiras geográficas, tornando quase indiferente o fato de estarmos distantes dos centros dinâmicos (culturais e científicos). Há outros fatores, claro, com destaque para a capacitação do corpo docente, laboratórios e demais condições de oferta. E quem convive com o Curso sabe o quanto a Instituição vem fazendo nesse particular nos últimos anos. Some-se a isto a dedicação dos estudantes ao seu mister e o resultado obtido no ENADE se explica: é fruto de muito esforço e perseverança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns à FURG, à COMCUR de Medicina, aos professores, estudantes e técnicos em educação vinculados ao Curso!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-4617845050196429742?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/4617845050196429742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=4617845050196429742&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/4617845050196429742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/4617845050196429742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/05/medicina-da-furg-entre-os-10-melhores.html' title='Medicina da FURG entre os 10 melhores cursos do país!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-3235828588797089416</id><published>2008-04-25T20:00:00.002-03:00</published><updated>2008-04-25T20:31:01.755-03:00</updated><title type='text'>O que vem por aí?</title><content type='html'>No último post de 2007 registrei meu temor com o retorno da inflação. Referia-me a um dos indicadores da malsinada - o Índice de Preços por Atacado (IPA) -, que ultrapassara a barreira dos 9 % ao ano, em setembro. Desde então as coisas só fizeram piorar: o IPA acaba de romper a barreira dos 11%, o COPOM (Conselho de Política Monetária) deu um tranco aumentando os juros em 0,5% numa só tacada e, hoje (25 de abril), o próprio Presidente da República antecipou que a gasolina pode aumentar. Isto sem esquecer a disparada do preço do pão nosso de cada dia ... E olha que nem lembrei da "bolha" imobiliária americana!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que esse cenário nebuloso, se não for contido, tende a se tornar tormentoso - e não vai demorar muito, não. Se o desempenho da economia explicava em grande parte um certo distanciamento (para não digitar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;desencanto&lt;/span&gt;)   do cidadão comum em relação ao que acontece na política, talvez este mesmo cidadão comum venha a mudar sua postura, à medida que sentir a perda do poder aquisitivo dos reais que recebe todo mês. A ser verdadeira a premissa, como se apregoava à larga na mídia, será verdadeira a conclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá da planície, onde exercito meus dois neurônios e o direito de ir e vir, acusei o golpe com mais de meio ano de antecedência. E confesso que estou com medo, muito medo. Quem experimentou, como eu, o que é viver sob inflação de dois dígitos ou mais por longas duas décadas e recém começava a usufruir os benefícios de uma economia estabilizada, só tem a lamentar esta recaída. E a torcer para que seja apenas isso: uma recaída. Breve, por favor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-3235828588797089416?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/3235828588797089416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=3235828588797089416&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/3235828588797089416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/3235828588797089416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/04/o-que-vem-por.html' title='O que vem por aí?'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-519218030224378292</id><published>2008-03-21T08:55:00.006-03:00</published><updated>2008-03-21T10:16:41.513-03:00</updated><title type='text'>Tempo de reflexão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_CZdJjht335U/R-OqHEWB-CI/AAAAAAAAAC4/3933rugMGBk/s1600-h/Margarida.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 277px; height: 206px;" src="http://bp2.blogger.com/_CZdJjht335U/R-OqHEWB-CI/AAAAAAAAAC4/3933rugMGBk/s320/Margarida.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180171034808154146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem somos? O que fazemos aqui? Para onde vamos? Aparentemente retóricas e ingênuas, estas indagações acompanham o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo sapiens sapiens&lt;/span&gt; desde o alvorecer de sua existência na face do planeta. Cada indivíduo e cada cultura,  em algum momento, refletiu sobre estas questões fundamentais. As respostas elaboradas, mais ou menos complexas, deram origem ao que hoje denominamos Senso Comum, Religião, Filosofia e Ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cético transita em todos estes domínios. Abre sua consciência a todas as formulações, por mais sedutoras que pareçam a alguns e estranhas a outros. Apega-se unicamente ao princípio da dúvida metódica. Aceita esta premissa, o diálogo se estabelecerá - e, pelo menos, supõe-se que o interlocutor cético aprenda algo mais e que consiga compartilhar com o Outro a dolorosa experiência do estranho e do adverso. Como se faz isto? O cético, desarmado de pré-conceitos, esforça-se para pôr-se no lugar do Outro - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mesmo&lt;/span&gt;. É difícil esta ação, como bem esclarece Hans Georg-Gadamer em seu excelente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Verdade e método&lt;/span&gt;, cuja leitura recomendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que abordo esta temática tão hermética? Porque, na tradição judaico-cristã e ocidental, fortemente mimetizada pela fricção secular com outras tradições culturais (dos americanos pré-coloniais, africanos e, recentemente, asiáticos), vivemos a celebração da morte e ressurreição. Afinal, redijo este texto em Rio Grande,  na manhã da Sexta-Feira Santa de 2008; no domingo, celebra-se a Páscoa. Esta restinga faz parte do que chamamos de "ocidente". Por isso, quando menos, a pausa na rotina extenuante do trabalho enseja a reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que, no momento, mais do que uma ou outra tradição cultural, a própria experiência humana - que todas as tradições inclui, extintas ou em plena exuberância -, vive seu momento de provação. Parece-me que a obra humana claramente colide com a natureza, de que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo sapiens sapiens&lt;/span&gt; é mero acidente. Teremos acumulado, mais do que conhecimento científico e técnico, saber suficientemente compartilhado pelos bilhões de consciências individuais, de modo a fazermos as escolhas certas no inelutável processo vital?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao cético, o que angustia são os sinais evidentes em contrário. Parodiando o poeta, parece-me que insistimos em transformar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gaia&lt;/span&gt; na "nau dos insensatos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a esperança de estar equivocado, desejo a quem ler este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; uma Feliz Páscoa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto que ilustra este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; foi baixada do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;site&lt;/span&gt; da minha filha Bárbara:&lt;br /&gt;http://www.flickr.com/photos/_bkn/page2/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-519218030224378292?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/519218030224378292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=519218030224378292&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/519218030224378292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/519218030224378292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/03/tempo-de-reflexo.html' title='Tempo de reflexão'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_CZdJjht335U/R-OqHEWB-CI/AAAAAAAAAC4/3933rugMGBk/s72-c/Margarida.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-2070449818904211530</id><published>2008-03-16T21:12:00.005-03:00</published><updated>2008-03-17T06:17:57.321-03:00</updated><title type='text'>Tempo. Falta de tempo!!</title><content type='html'>Não consegui publicar o post da semana passada. Pretendia escrever sobre o tempo, não o climático, mas o cronológico. Este sim, é implacável. Vai ficar para outra oportunidade, pois já assimilei a idéia de acrescentar um ano aos tantos que já vivi. Então, resta-me relatar porque não encontrei tempo para falar sobre o tempo. É que meus dois neurônios estão ocupadíssimos em dar conta da coordenação dos esforços de um grupo de colegas, da FURG e da UFRGS, que aceitaram o desafio de criar um novo curso de graduação - o curso de Arquivologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo der certo, amanhã, 17 de março de 2008, protocolizarei o processo que contém a proposta de criação do Curso. Aí teremos que aguardar o parecer técnico da Superintendência de Apoio Pedagógico da Universidade que, se for favorável, abre as portas do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. É este colegiado superior que autoriza ou não a criação de novos cursos na FURG. Se a autorização for concedida, haverá vestibular em julho e 40 novos estudantes terão acesso ao ensino superior numa Universidade pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencida esta etapa, indago-me: quem serão estes estudantes? Serão jovens, como a maioria dos que ingressam na FURG? Ou, haja vista que o Curso de Arquivologia será oferecido à noite, serão pessoas mais maduras que não puderam fazer um curso superior até o momento - e que trabalham com arquivos em órgãos públicos ou empresas -, e que poderão, finalmente, ter uma oportunidade para realizar tal sonho? E quem serão os quatro professores Arquivistas e o técnico em educação, Arquivista também, que serão contratados? De onde virão? Que sonhos de realização profissional virão compartilhar conosco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantas indagações que só o tempo, que me faltou semana passada, haverá de responder ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-2070449818904211530?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/2070449818904211530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=2070449818904211530&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/2070449818904211530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/2070449818904211530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/03/tempo-falta-de-tempo.html' title='Tempo. Falta de tempo!!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-8345960345854664623</id><published>2008-03-02T09:20:00.004-03:00</published><updated>2008-03-02T20:48:40.525-03:00</updated><title type='text'>Voltei!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando assinava uma coluna no &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Jornal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Cassino&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;, do meu fraterno amigo e ex-chefe Orlando Macedo Fernandes, costumava tirar férias do "trabalho" nos meses de janeiro e fevereiro - o mesmo que fiz agora. De modo similar, o retorno trazia consigo um sentimento de incerteza sobre os assuntos a abordar. Em dois meses acontecem tantas coisas que a escolha da temática desagrada ao próprio blogueiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mas, vamos lá. Se há algo que me incomoda é a falta de chuva. Gosto de chuva. Quando chovia, lembro que meu pai dizia que era "ouro caindo do céu". Anda escasso o veio. Esta é uma das razões que me levam a acompanhar o debate sobre mudanças climáticas. Dos anos 90 do século passado em diante intensificou-se este debate se intensificou, substituído nos últimos dois ou três anos pela massiva cobertura da mídia sobre o aquecimento global. Cético assumido, ainda assim associei nossa escassez de chuva com o chamado aquecimento global. E tratei de mudar alguns comportamentos ambientalmente incorretos que me surpreendi praticando. E fui deixando a vida me levar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ano passado, a seqüência de secas que atingiu nosso Estado foi parcialmente quebrada, o que me trouxe certo alívio. Do mesmo modo, fiquei com a sensação de que o calor foi menos intenso. Aliás, em abril de 2007  fez "frio". Mais, há poucos dias, no início da manhã, em pleno janeiro, testemunhei o termômetro da Praça Tamandaré marcar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;12° C. Será que o termômetro estaria estragado? Acessei o site Climatempo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; (www.climatempo.com.br/) e suas previsões batiam com o termômetro da Tamandaré. Então, o que estaria havendo? Cadê o "aquecimento global"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, minha atitude cética se impôs e, embora nada entenda de climatologia, mas conhecendo um pouco sobre comunicação e política, fui investigar o assunto. E qual não foi minha surpresa ao constatar que minhas dúvidas a respeito do "aquecimento global" (que, aprendi, é muito diferente de "mudança climática") são compartilhadas por muitas pessoas, a maioria delas diletantes como eu, mas acompanhadas de muitos especialistas no assunto. Cito aqui próximo de nós o meteorologista Eugênio Hackbart, mantenedor do excelente site METSUL (http://www.metsul.com/), que recomendo. Também li textos de autoria de autoridades científicas, que questionam a abordagem do tema, predominante na mídia. De memória, lembro-me de Richard Lindzen, do MIT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estaria havendo, pergundo-me? Parece que algo mais do que "mudança climática". De um lado, o Oscar para Al Gore, por badalar a elevação das águas dos oceanos, com precisão matemática e cronológia de um século. De outro, a incapacidade de se fazer a previsão do tempo para mais do que duas horas na recente viagem do Presidente Lula à Antárdida. Ora, não precisa ser especialista para desconfiar de tanta discrepância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso e coerente com minha postura cética (dúvida metódica), vou acompanhar o evento que está sendo realizado em New York - e que tem por título (em português), vejam só: "AQUECIMENTO GLOBAL: CRISE OU FRAUDE?". Há mais informações no original: www.climatechangefraud.com/content/view/127/218/. A propósito, também sugiro a leitura da matéria da repórter Gabriela Carelli, do Estadão: www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080302/not_imp133556,0.php.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, ser cético não significa ser irresponsável. Precisamos cuidar do planeta como cuidamos de nossa casa. Ou um dia a casa cai!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-8345960345854664623?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/8345960345854664623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=8345960345854664623&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/8345960345854664623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/8345960345854664623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/03/voltei.html' title='Voltei!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-2690903610968581954</id><published>2008-01-01T21:30:00.000-02:00</published><updated>2008-01-21T20:39:14.029-02:00</updated><title type='text'>Último post (antes das férias!)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_CZdJjht335U/R3rjN2tYaTI/AAAAAAAAACg/86iB_C-rsP4/s1600-h/Pesqueiros3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_CZdJjht335U/R3rjN2tYaTI/AAAAAAAAACg/86iB_C-rsP4/s320/Pesqueiros3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150678951015246130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A vida continua. Nem parece, mas já estamos em 2008. Confesso que fiz a transição da folhinha sem muito alarde. Não me deixei contagiar pelo clima de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;oba-oba&lt;/span&gt; disseminado na mídia do país e mais acentuado ainda no lado meridional do Canal do Rio Grande - por conta dos "novos investimentos". O cético é um chato por isso mesmo: é sempre dele a pergunta ou a observação inconveniente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro caso, são dois os motivos. Primeiro, a quebra da corrente da felicidade imobiliária americana, que vai nos respingar, de um jeito ou de outro. O segundo motivo é o repique da inflação. Dei-me conta disso lá por setembro, quando espichei o olho para a correção das prestações de meu apartamento, definidas por um indicador chamado "INCC-M". Sim, a indexação sobrevive. Pois bem, este índice é afetado por um outro, chamado "IPA-M", que fechou o ano em 9,19%. Ora, como este índice refere-se aos preços no atacado, logo logo sentiremos seus efeitos nos preços do varejo e dos serviços. E os salários? Ó!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo caso, meu ceticismo decorre da força dos fatores exógenos sobre os ciclos de desenvolvimento e estagnação que caracterizam a economia rio-grandina. Para o bem ou para o mal, a comunidade, as pessoas comuns, pouco influem sobre o que acontece na economia local. Pelo vulto dos capitais mobilizados, fica evidente que o centro das decisões está bem longe daqui. O presente momento, aliás, ilustra o que estou afirmando. Há algum tempo, anunciaram-se os estaleiros. Puxa daqui, puxa dali e o projeto naufragou. À euforia inicial, seguiu-se a desilusão. Mas, surpresa; não mais que de repente, veio não apenas a construção de uma plataforma de exploração de petróleo,  como mais uma penca de outros investimentos! Foi o resultado da mobilização das "forças" locais? Sinceramente, tenho dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que, assim como ocorre com os atuais investimentos, a decisão de se fechar uma grande planta industrial também independe em grande medida do que tais "forças" locais possam fazer. Sobram exemplos, da saudosa Swift à claudicante Refinaria Ipiranga. Fazer o que? A meu juízo, ajuda muito não atrapalhar - e como há quem esteja pronto a atrapalhar! Depois, ajudaria muito mais se fôssemos previdentes, isto é, se aproveitássemos os ciclos de alta (que são curtos) para acumular capitais em montante suficiente para fomentar projetos de desenvolvimento efetivamente locais - que pudessem sobreviver aos ciclos de baixa (que são longos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto entendo que seria desejável que se viabilizassem empreendimentos financiados com capitais locais, que aproveitassem matérias primas locais e regionais, que produzissem bens e serviços direcionados para o mercado local e regional - e que não se restringissem à contratação de um pequeno contingente de mão-de-obra local e ao recolhimento de tributos. Isto é bom, claro, mas não é suficiente. Em breves palavras, é o que penso - e que não vejo acontecer em escala que permita ao cético "dar a mão à palmatória". Isto é, admitir que o atual ciclo de investimentos seja substancialmente diferente do que o foram os anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, escrevi demais. Vou sofrer muito até me adequar aos padrões textuais da web. prometo esforçar-me ao longo de 2008. Vou começar por uma análise do que escrevi nesses escassos três meses de existência do blog. Aproveitarei minhas férias para fazer isso. É, o blog fechará para seu primeiro balanço. Em tempo: a foto que ilustra este post é de um típico pesqueiro rio-grandino singrando as águas do cais do Porto Velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto em março. Até lá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-2690903610968581954?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/2690903610968581954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=2690903610968581954&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/2690903610968581954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/2690903610968581954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2008/01/ltimo-post-antes-das-frias.html' title='Último post (antes das férias!)'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_CZdJjht335U/R3rjN2tYaTI/AAAAAAAAACg/86iB_C-rsP4/s72-c/Pesqueiros3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-718450108750568890</id><published>2007-12-23T18:59:00.000-02:00</published><updated>2007-12-23T19:15:36.542-02:00</updated><title type='text'>Feliz Natal!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/R27PxGtYaQI/AAAAAAAAACI/trGWzu8Gu-E/s1600-h/Natal2007+027.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/R27PxGtYaQI/AAAAAAAAACI/trGWzu8Gu-E/s320/Natal2007+027.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147279866652551426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Custei, mas consegui uma foto que me agradou. Mais do que uma mensagem de Feliz Natal, queria registrar o quanto ficou bonita a Praça Xavier Ferreira, no centro de Rio Grande, toda enfeitada para o "Ondas de Natal".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal e um 2008 de muitas realizações para quantos acessarem o blog nos próximos dias ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-718450108750568890?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/718450108750568890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=718450108750568890&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/718450108750568890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/718450108750568890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/12/feliz-natal.html' title='Feliz Natal!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/R27PxGtYaQI/AAAAAAAAACI/trGWzu8Gu-E/s72-c/Natal2007+027.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-1207310997856748211</id><published>2007-12-22T11:19:00.000-02:00</published><updated>2007-12-23T19:37:04.362-02:00</updated><title type='text'>Bibliotecas: ontem, hoje ... até quando?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_CZdJjht335U/R27TemtYaRI/AAAAAAAAACQ/V8FJZlqwH10/s1600-h/Natal2007+040.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_CZdJjht335U/R27TemtYaRI/AAAAAAAAACQ/V8FJZlqwH10/s320/Natal2007+040.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147283946871482642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A fotografia que abre este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post &lt;/span&gt;é da Bibliotheca Rio-Grandense, localizada no centro da cidade de Rio Grande. É a mais antiga biblioteca do Estado gaúcho, tendo sido criada por João Barbosa Coelho em 15 de agosto de 1845, sendo um dos orgulhos de nossa comunidade. Você pode acessar seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;site&lt;/span&gt; no seguinte endereço: http://www.bibliotecariograndense.com.br/.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Parece trivial, mas é difícil olhar para trás e não pensar que nos movimentamos em círculos. É claro, estou me referindo mais à humanidade do que a cada um dos indivíduos de que ela é feita. Pensemos naquilo que atribuímos como o traço mais distintivamente humano: o conhecimento como representação da realidade. Por analogia com a evolução natural, fala-se em evolução cultural, isto é, presume-se que a cultura evolua de formas menos complexas para formas mais complexas. Se assumirmos que o componente central da cultura é o conhecimento (sem adjetivos), então assume crucial importância os suportes sobre os quais o conhecimento é registrado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ora, examinar o processo de evolução cultural, sob esta premissa, implica atribuir à técnica papel central. Não apenas no âmbito do senso comum esta idéia sofre resistências, mas também no âmbito científico. Desde que se inventou a escrita (e os primeiros suportes) milhares de páginas foram escritas argumentando o contrário. É como que se o homem reivindicasse para si um papel distinto daquele que objetivamente a evolução lhe reservou – como uma espécie dentre de milhões de outras, apenas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Parece consensual que o &lt;i style=""&gt;Homo sapiens sapiens&lt;/i&gt;, tendo adquirido as faculdades da consciência e linguagem, tornou-se apto a produzir representações significativas sobre si mesmo e sobre o mundo de que faz parte. Numa palavra: conhecimento. É pacífica a condição intrinsecamente humana desses conhecimentos, em razão do que é razoável afirmar que há uma correlação entre o conhecimento e o domínio de técnicas inicialmente muito rudimentares, como a fabricação do fogo, de ferramentas e armas e a domesticação de animais e plantas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Isto posto, sobressai o fato de que, à medida que o homem primitivo acumulava conhecimentos, deparou-se com as limitações de sua memória e da transmissão oral, que dificultavam enormemente a comunicação e a transmissão de informações entre os membros de um mesmo grupo, entre os membros de grupos diferentes distribuídos em espaços muito extensos e entre gerações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;É neste ponto que situamos a ocorrência da primeira ruptura verdadeiramente revolucionária no que diz respeito à comunicação humana – e, portanto, à cultura. Estamos nos referindo à “invenção” dos primeiros sistemas de escrita, eventos datados de aproximadamente 5,5 mil anos antes do presente. Dado o caráter mágico e mítico que caracterizou os primórdios do processo civilizatório, a escrita foi concebida como uma dádiva divina. Por isso, sua guarda e transmissão ficou ao encargo de sacerdotes ou eruditos, que exerciam seu trabalho sob a proteção (e a serviço) de reis, príncipes ou sumo-sacerdotes – ou seja, das formas primitivas de exercício do poder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tomando a escrita cuneiforme como ponto de partida, verificamos que, pelo menos na região do atual Oriente Médio e do entorno da Bacia do Mediterrâneo, os diferentes sistemas de escrita sofreram influências mútuas ou sucessivas, possivelmente em decorrência de que os povos que os desenvolveram mantiveram “fricções” entre si, em geral bélicas ou comerciais. Por isso, é legítimo afirmar-se que houve uma evolução dos sistemas de escrita. Os primeiros eram essencialmente pictográficos, caracterizados por figuras concretas, que foram progressivamente se tornando abstratas. Mais adiante, surgiram os sistemas logográficos e, finalmente os sistemas fonéticos – de que o alfabeto greco-latino é o exemplo mais conhecido e praticado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Esse processo evolutivo não ficou restrito aos sistemas de escrita. O desenvolvimento de novos conhecimentos, em escala geometricamente crescente, proporcionada pelos sistemas de escrita, veio acompanhada do inseparável desenvolvimento de suportes e instrumentos de escrita. Também nesse caso, inicialmente rudimentares, como eram os materiais em estado natural, os suportes e instrumentos de escrita evoluiram progressivamentes para formas mais complexas e eficientes: placas de argila (e estiletes), papiro (e pincéis), pergaminho (e o cálamo), papel (e a pena) e os suportes multimídia (e sus periféricos). Mas, a evolução não ficou restrita aos materiais de que são confeccionados os suportes e instrumentos. Ela alcançou também as formas dos suportes e instrumentos. Assim, às tabletas, sucederam-se as folhas e rolos de papiro, os rolos de pergaminho, os códices e, finalmente, o livro em suas múltiplas variantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O livro é o produto emblemático de uma segunda ruptura tecnológica que marca o processo evolutivo da comunicação humana: a invenção da tipografia, que teve na impressão da Bíblia, feita por Gutenberg, em 1455, sua data simbólica. Com a tipografia, houve uma aceleração extraordinária na capacidade humana de produzir novos conhecimentos, assim como na sua acumumulação e disseminação. Este fato transformou dramaticamente o próprio processo civilizatório, instaurando as bases sobre as quais se construiu o mundo contemporâneo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O processo evolucionário dos suportes e instrumentos não se encerrou. Ao contrário, encontra-se em plena ebulição, sem que tenhamos condições objetivas de apontar com clareza uma ou outra tendência. Assim como ocorreu com as rupturas anteriores, durante o período de transição, de duração indefinida, haverá uma convivência das diferentes tecnologias existentes. Apenas no final do ciclo é que se saberá qual a que se tornará hegemônica. Isto pode ser ilustrado com o que se ocorreu com o advento da tipografia; mais de dois séculos após ainda havia copistas reproduzindo livros por cópia caligráfica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O processo evolutivo em discussão inclui um último componente: as instituições que foram criadas com a missão de reunir, processar e difundir os conhecimentos armazenados nos suportes produzidos cada vez em maiores quantidades. Estas instituições são as bibliotecas, os arquivos e os museus. Foram criadas como parte ou ao lado de templos em que se cultuavam as divindidades de cada época. Progressivamente, evoluiram, adquirindo um caráter mais laico, até aproximadamente o século IV de nossa era, quando, com a adoção do catolicismo como religião oficial pelo Império Romano, houve um recrudescimento da influência religiosa, fenômeno que somente se reverteria a partir do século XV, após a invenção da tipografia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Neste texto, além dos aspectos técnicos, enfatizei o fato de que o desenvolvimento das instituições, em especial o das bibliotecas, acompanhou o processo evolutivo dos registros do conhecimento. Ou seja, os avanços tecnológicos foram determinantes no formato, na organização e no papel social desempenhado pelas bibliotecas. Contudo, a essência do trabalho &lt;i style=""&gt;biblioteconômico&lt;/i&gt; manteve-se essencialmente o mesmo: foram criadas para reunir, processar e difundir conhecimento. Cada uma das etapas componentes desse trabalho demanda um conjunto de técnicas que, estas sim, mudam, são substituídas, tornam-se obsoletas, à medida que surgem inovações com maior resolutividade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Foi isto que ocorreu com a passagem da placa de argila para a folha de papiro; da folha de papiro para o rolo de papiro; do rolo de papiro para o rolo de pergaminho; do rolo de pergaminho para o códice medieval; do códice medieval para o livro impresso em papel; e, na atualidade, do livro impresso em papel para o registro digitalizado. As sucessivas inovações técnicas, cada vez a intervalos mais curtos, tornam obsoletas não apenas suportes e registros, como também formas de organização, equipamentos, dispositivos, rotinas, serviços etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O momento presente é caracterizado por mais uma ruptura, de intensidade incomensurável com os ciclos de inovação e obsolescência anteriores. Porém, uma certeza se pode ter: as mudanças em curso resultam da acumulação de conhecimentos – e produzirão mais conhecimentos, resolutivamente ainda mais poderosos. Assim como ocorreu no passado, os novos conhecimentos precisarão ser reunidos, processados e difundidos. Por óbvio, não se fará isso no âmbito das mesmas organizações do passado recente, nem com o uso das mesmas técnicas, em razão do que rotinas e serviços se tornarão obsoletos, serão modificados ou substituídos por modalidades inovadoras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;O desafio, então, reside em compreender a natureza das mudanças em curso, sua direção e velocidade, condição para que se escolha a estratégia institucional e pessoal capaz de responder eficiente e eficazmente às novas demandas do que vem sendo chamado de indústria do conhecimento. Quem compreender melhor este processo, dele tirará melhor proveito, seja como indivíduo, como grupo social ou como sociedade inteira. Quem não compreender a natureza do processo e o rumo das mudanças corre risco de ser simplesmente excluído. É duro, mas é o que está acontecendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-1207310997856748211?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/1207310997856748211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=1207310997856748211&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1207310997856748211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1207310997856748211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/12/bibliotecas-ontem-hoje-at-quando.html' title='Bibliotecas: ontem, hoje ... até quando?'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_CZdJjht335U/R27TemtYaRI/AAAAAAAAACQ/V8FJZlqwH10/s72-c/Natal2007+040.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-1799289503878961566</id><published>2007-12-09T23:59:00.000-02:00</published><updated>2007-12-11T05:53:08.830-02:00</updated><title type='text'>Reminiscências e leitura</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: times new roman;font-family:lucida grande;font-size:78%;"  &gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-family: Arial;"&gt;Aprendi a ler e escrever pelo método mais "tradicional" que se possa imaginar, com a professora fazendo ditado do tipo "Olavo viu a uva" e pedindo que os alunos recitassem "de cor" a tabuada com as quatro operações. E quem errasse ficava de castigo no canto da sala, atrás da porta, ajoelhado sobre grãos de milho. Não é cascata, não. No início dos anos 60, no interior de Ijuí, esta era a pedagogia vigente. A Escola Municipal "Floriano Peixoto" nem existe mais, mas, creio, se voltar lá pelos lados da Linha 8 Leste ainda devo encontrar alguns de meus ex-colegas de "primário" - era assim que se denominava o que hoje corresponde aproximadamente às primeiras cinco séries do ensino fundamental. E eles confirmarão o que estou relatando aqui. Ah, não precisam perguntar: paguei alguns castigos no canto, sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que lembro isto agora? Porque estou intrigado com um aparente paradoxo. Dos anos 60 para cá, parece-me, a pedagogia brasileira avançou qualitativamente, desenvolveu ou incorporou métodos didáticos inovadores, o contingente de pessoas alfabetizadas aumentou muito, aproximando-se dos 90% da população - e por aí vai. No entanto, dentre a enxurrada de notícias que a mídia veiculou semana passada, uma delas refere que o desempenho dos estudantes no quesito leitura sofreu um revés. Mais, diz o relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que o indicador já não era grande coisa e, para piorar, recuou de 493 para 393 pontos. Suponho que o máximo seja 1000 pontos, o que não consegui esclarecer, no site da OCDE (www.ocde.org) nem no do INEP (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - www.inep.gov.br), órgão vinculado ao MEC, que aplicou os exames que serviram de base para os indicadores. O paradoxo mencionado se materializa, então, entre a presumida melhoria dos sistemas de ensino, como conseqüência das duas grandes reformas efetivadas durante o período em questão (a primeira e a segunda LDB) e os escassos resultados aferidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos voltar ao milho? É claro que não! Mas, parece-me que é preciso examinar criticamente, sim, os fundamentos teórico-metodológicos da tradição pedagógica que se consolidou ao longo desses quase 50 anos. As causas de tal retrocesso não podem mais ser debitadas exclusivamente na conta da "educação bancária", que se perdeu nos escaninhos do tempo. Por outro lado, não é preciso ser especialista da área para identificar com relativa facilidade que vem se cristalizando uma outra univocidade referencial. O passo seguinte é a unanimidade. Isto pode ser pior do que ajoelhar-se sobre milho no canto atrás da porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, para fazer jus ao título do comentário, pelo menos no que diz respeito à leitura, saliento que estes mesmos 50 anos foram marcados por dois eventos dramáticos, que afetaram e afetam o letramento das pessoas - ousaria dizer, independente de suas condições sócio-econômicas: primeiro, a massificação da televisão e, nos últimos dez anos, da &lt;i&gt;web&lt;/i&gt;. A propósito, na mesma semana anterior, foi divulgado que há 39 milhões de brasileiros com acesso à rede em suas casas. Ora, mesmo um escriba que aprendeu os rudimentos da leitura estimulado pelo "desconforto" do milho, sabe o quanto estas duas mídias afetaram e continuam afetando o letramento - para o bem e para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja necessário um pouco mais de ousadia intelectual para lidar com esta nova realidade do que admite a ortodoxia pedagógica vigente. Não apenas no que diz respeito à leitura, mas à totalidade do processo ensino-aprendizagem, abrangendo os níveis de ensino fundamental, médio e superior. Penso nisso a cada texto, a cada resposta que avalio nos trabalhos de meus educandos do ensino superior. Minha tarefa é penosa, quando não infrutífera, pois o compartilhamento de meus conhecimentos técnicos com eles depende diretamente de seu nível de letramento. Alguma coisa não está funcionando como deveria ...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-1799289503878961566?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/1799289503878961566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=1799289503878961566&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1799289503878961566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1799289503878961566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/12/reminiscncias.html' title='Reminiscências e leitura'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-7306449337041012858</id><published>2007-12-02T06:42:00.000-02:00</published><updated>2007-12-05T21:05:07.415-02:00</updated><title type='text'>O que não se ensina, mas que se pode aprender</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;Estou prestes a completar 25 anos no exercício do magistério. Como a maioria dos professores do ensino superior brasileiro, quando fiz concurso e ingressei na Universidade não tinha formação pedagógica. Tinha uma vaga noção do processo ensino-aprendizagem. As primeiras disciplinas que assumi, as primeiras aulas que ministrei serviram como uma espécie de estágio que se multiplicou por vários semestres. Posta a questão nestes termos, pode-se inferir que mais aprendi com meus primeiros educandos do que a eles ensinei alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, desde muito cedo apaixonei-me por uma frase de Anísio Teixeira, que cito de memória: "Não tenho compromisso com minhas idéias; busco a verdade". O que ele queria dizer? Que sabia que  o conhecimento é uma obra humana incompleta, falível e provisória. Logo, impunha a si mesmo a necessária suspensão do juízo como preceito metodológico. Assim como ele, assumi a premissa de que o conhecimento acumulado pelo homem, seja na sua totalidade, seja num domínio disciplinar específico, é uma obra aberta, permanentemente à espera de novas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;verdades&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais adiante, aprendi que os avanços do conhecimento podem decorrer tanto de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;acumulação&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt; propriamente dita, quanto de rupturas mais ou menos extensas (no sentido disciplinar). Nossa mente parece ter sido modelada pela evolução para funcionar nas duas direções. Ao mesmo tempo que aspiramos estabilidade, somos curiosos. Por isso, no âmbito das comunidades científicas somos a um só tempo conservadores e revolucionários.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situação, aparentemente paradoxal, gera na consciência de cada um de nós, que habitamos  a Academia, um sentimento ambivalente, origem daquilo que Thomas Kuhn denominou de "tensão essencial". Para mim, é precisamente aí que reside a possiblidade concreta de se inovar, isto é, de revisar criticamente conhecimentos estabelecidos, revigorando um dado domínio disciplinar, ou de criar conhecimento efetivamente novo - de quebrar um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;paradigma&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem faz isto é o indivíduo ou é o homem? É obra de um espírito em particular ou é obra social? Penso que se trata das duas coisas. Newton, com toda sua genialidade (e vaidade, dizem alguns), não se furtou de reconhecer que, se enxergara mais longe, foi porque pudera apoiar-se em ombros de gigantes. Muito mais do que em seu tempo, atualmente, por mais arguto e dotado intelectualmente que seja um indivíduo, ele somente se sobressairá se apropriar-se do conhecimento prévio e se tirar proveito das estruturas institucionais (sistemas de ensino, bibliotecas, laboratórios, arquivos, sociedades científicas) existentes, onde labutam milhares, senão milhões de anônimos "carregadorres de piano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São eles que formam a base da pirâmide. A metáfora é apropriada, porque sugere  uma base larga e um vértice diminuto. Assim como noutras formas de organização social criadas pelo homem, a Universidade também é piramidal. É uma ilusão tosca supor que seja possível a todos os indivíduos alcançar os píncaros da glória acadêmica e é egoísmo estúpido alguém supor que lá chegará apenas por seus dotes pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a finalidade de mitigar o inelutável - os conflitos inerentes a esta forma de organização - foram adotadas regras de conduta, que deveriam ser praticadas. É forçoso reconhecer que nem sempre é assim. Mas, há um atenuante: tais normas de conduta integram o conhecimento estabelecido e, por conseguinte, também  são incompletas, falíveis e ... provisórias! Por isso, impõe-se seu constante aprimoramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um desafio que se intensificará no Brasil nos próximos anos, em decorrência da expansão do ensino superior. Não apenas haverá um aumento do contingente de estudantes, mas também a contratação de milhares de novos professores, a maioria deles capacitados para o exercício de suas profissões, mas alheios à cultura pedagógica e acadêmica. Sobre isto, como eu, muito terão que aprender ...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-7306449337041012858?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/7306449337041012858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=7306449337041012858&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/7306449337041012858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/7306449337041012858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/12/o-que-no-se-ensina-mas-que-se-pode.html' title='O que não se ensina, mas que se pode aprender'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-3224462345457684726</id><published>2007-11-22T21:16:00.000-02:00</published><updated>2007-12-02T09:49:10.721-02:00</updated><title type='text'>Pra não dizer que não falei de livros!</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="margin-bottom: 6pt; text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ao contrário do que supõe o senso comum, o livro não surgiu com o invento da tiografia e o conseqüente advento da indústria editorial e da imprensa. Precisamos recuar muito no tempo, até a Antigüidade, para encontrarmos os seus primórdios. Assumindo um conceito mais amplo do que seja &lt;i&gt;"livro"&lt;/i&gt;, vamos encontrar suas origens no mesmo contexto histórico em que se situa a invenção da própria escrita. É preciso ressalvar que a idéia de que a escrita foi &lt;i&gt;"inventada"&lt;/i&gt; não inclui de modo algum a pressuposição de que tenha existido um &lt;i&gt;"inventor da escrita".&lt;/i&gt; Na verdade, a escrita insere-se no processo mais amplo de evolução cultural, tendo ocorrido com variações em diversas latitudes e momentos, com destaque para a Mesopotâmia, o Egito, a China e as civilizações que se formaram às margens do Mar Mediterrâneo. Mais ainda, se ampliarmos nossa análise para além do processo civilizatório de que somos caudatários, temos que incluir a invenção da escrita do rol de conquistas de outros grupamentos humanos, como os povos pré-colombianos, por exemplo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-bottom: 6pt; text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na Mesopotâmia tivemos as &lt;span style=""&gt;tabletas de argila&lt;/span&gt;, no Egito os &lt;span style=""&gt;rolos de papiro&lt;/span&gt;, em vários locais do Mediterâneo, e, a partir da cidade de Pérgamo, os &lt;span style=""&gt;rolos de pergaminho. &lt;/span&gt;Por fim, na China, surgiu o &lt;span style=""&gt;papel primitivo&lt;/span&gt;. É claro, os suportes em que se lançavam os primeiros registros escritos do conhecimento não podem ser considerados &lt;i&gt;"livros"&lt;/i&gt; como nós os temos atualmente, mas sim como &lt;span style=""&gt;protótipos do livro&lt;/span&gt;. A junção de duas ou mais tabletas de argila ou de rolos de pergaminho, por singela inovação que fosse, constituiu-se na revolução que daria origem ao formato atual do livro. Esta inovação asseguraria &lt;span style=""&gt;praticidade&lt;/span&gt; para a escritura e leitura, &lt;span style=""&gt;portabilidade&lt;/span&gt; para que o livro pudesse ser deslocado, rompendo com os limites espaciais e temporais, e &lt;span style=""&gt;economicidade&lt;/span&gt;, permitindo que se transmutasse progressivamente num bem cultural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-bottom: 6pt; text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nesse processo de transformação merece destaque o &lt;span style=""&gt;códice&lt;/span&gt;, que é o antecessor imediato do livro moderno. E o que vem a ser um &lt;span style=""&gt;códice&lt;/span&gt;? É a forma característica do manuscrito em pergaminho, formado pela junção, por costura, de várias folhas de pergaminho, semelhante ao que se faz com o livro moderno. O códice é assim denominado por oposição à forma do livro em rolo, predominante até seu advento. Os códices tornaram-se a forma preferida durante a Idade Média européia, servindo como suporte para a reprodução da Bíblia e outros textos de autoria dos chamados &lt;i&gt;"doutores da Igreja"&lt;/i&gt;, trabalho este meticulosamente realizado pelos copistas nos mosteiros medievais, notadamente os da Ordem Beneditina. Outra peculiaridade a respeito da produção livreira medieval é a reutilização de um mesmo pergaminho, o que ocorria devido ao elevado custo do material. As obras assim reproduzidas são denominadas de &lt;span style=""&gt;palimpsestos&lt;/span&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-bottom: 6pt; text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ainda durante a Idade Média européia merece destaque especial o desenvolvimento das artes da &lt;span style=""&gt;iluminura&lt;/span&gt; e da &lt;span style=""&gt;encadernação,&lt;/span&gt; feitos realizados nos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;scriptoria&lt;/span&gt;, que nada mais eram do que as oficinas de trabalho dos monges copistas. A iluminura é a arte que, nos antigos manuscritos e em certo número de incunábulos, alia a ilustração e a ornamentação. Isto era feito por meio de pintura em cores vivas e incrustrações em ouro e prata, de letras iniciais, flores, folhagens, figuras e cenas, em combinações variadas, ocupando parte do espaço comumente reservado ao texto e estendendo-se pelas margens, em barras, molduras e ramagens. A encadernação transformou-se numa arte devido à exigência de um acabamento cada vez mais refinado, exigido pelos reis, nobres e clérigos, que encomendavam os livros, em muitos casos mais com a finalidade de ostentação do que de aquisição de saber, diga-se de passagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent3"  style="margin-top: 0cm; text-indent: 0cm; text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Consagrado o códice como a forma predominante, estava concluída a trajetória evolutiva que levaria ao livro em sua forma moderna, faltando apenas a substituição do material que lhe servia de suporte. O papel, embora tivesse sua tecnologia de fabricação dominada pelos chineses desde o primeiro século d. C., somente se imporia frente ao pergaminho com a invenção da tipografia, a partir de 1455, novamente por razões de ordem prática e econômica. Embora fosse possível fazer-se a impressão com os tipos móveis sobre a superfície do pergaminho, era o papel, com suas quase infinitas texturas, gramaturas e dimensões, que melhor se adaptava às exigências da nova tecnologia impressora. Além disso, não havia pergaminho suficiente para prover de matéria-prima as tipografias face às crescentes tiragens que possibilitadas pela nova técnica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin-bottom: 6pt; text-align: left;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;" &gt;Entretanto, não seria de pronto que o livro, em suas feições modernas assomaria ao mundo do conhecimento. Entre os historiadores do livro e bibliófilos, consagrou-se a denominação de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;"incunábulos"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; para os primeiros livros impressos, isto é, aqueles livros impressos até o final do século XV. Em geral, os incunábulos que resistiram ao tempo são considerados obras raras, em especial, a &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;" &gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, de Gutenberg.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;Concluindo, a seqüenciação da história do livro iniciou com as tabletas de argila, da Mesopotâmia, teve seqüência com os rolos de papiro egípcios, pergaminhos mediterrâneos, códices medievais e incunábulos renascentistas, culminando com o livro moderno, impresso em papel.O livro moderno, produto desse complexo processo de evolução cultural e econômica, é considerado o primeiro meio de comunicação de massa, sendo que, do ponto de vista econômico, a cadeia produtiva da indústria livreira propiciou a acumulação de capitais que estão na origem de alguns dos impérios midiáticos contemporâneos. E estes, por sua vez, preparam a substituição do livro em papel por um novo formato: o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"e-book"&lt;/span&gt; - livro eletrônico. Mas esta já é outra história!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-3224462345457684726?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/3224462345457684726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=3224462345457684726&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/3224462345457684726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/3224462345457684726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/11/pra-no-dizer-que-no-falei-de-livros.html' title='Pra não dizer que não falei de livros!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-1983059743313454955</id><published>2007-11-18T10:08:00.000-02:00</published><updated>2007-11-22T21:15:15.526-02:00</updated><title type='text'>Cuba: epílogo de uma ilusão?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;A chuva afastou os ares primaveris desta restinga! O lusco-fusco do amanhecer sugere que o melhor seria continuar dormindo; mas os préstimos de Hipnos têm hora marcada para acabar, seja nos dias úteis ou aos domingos. Aliás, por que “úteis”? Não lembro de alguém referir-se aos domingos ou feriados como dias “inúteis”. Esta nossa língua ...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;Bem, o jeito é &lt;i style=""&gt;brausear&lt;/i&gt; as páginas virtuais dos jornais do dia. Dor e sofrimento em Bangladesh, causados por mais um ciclone monçônico; indago-me o quanto terá de causas antrópicas. Se as tiver, não serão oriundas da miserável economia daquele país, mas, muito mais plausível que decorram da industrialização selvagem promovida pela China comuno-capitalista  (lá não tem IBAMA e se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ong  &lt;/span&gt;ambiental há, é a favor!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;A propósito, outro dia, num documentário sobre mudanças climáticas veiculado pelo &lt;i&gt;Discovery Channel&lt;/i&gt;, vi que as chaminés de suas fábricas provocaram a formação de uma densa camada de poluição atmosférica estacionada sobre a região setentrional do Oceano Índico - que é onde se formam as chuvas de monções. Precisa dizer mais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;E falando da China, vejam que matéria interessante veiculada pel'&lt;i&gt;O Globo&lt;/i&gt; de hoje: "&lt;b&gt;Cuba se prepara para ser a China do Caribe&lt;/b&gt;". Que estranho, pois que ouvira dias atrás que &lt;i&gt;El Comandante&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;declarara pela centésima nonagésima quarta vez que o capitalismo agora sim iria para o buraco. Pois, este tipo de declaração só tem paralelo com as também centenas de declarações de que ele, &lt;i&gt;El Comandante&lt;/i&gt;, finalmente, passara desta para melhor. Gracejos à parte, vale a pena ler a matéria, que despertou em mim uma certa angústia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;Perguntei-me qual será nosso próprio futuro, a vingar completamente o projeto político a que estamos submetidos, que parece ter como objetivo transformar nosso país numa "grande Cuba". Para que? Para depois de não sei quantas décadas e muitos planos fracassados "preparar-nos para sermos a China da América do Sul"? Pensando assim, não seria mais prático, desde já, aplicar a máxima (eles gostam de recorrer a elas para sintetizar emblematicamente suas escolhas políticas) de um dos líderes chineses que declarou que "não importa a cor do gato; o que importa é que ele cace o rato!". A primeira medida poderia ser a adoção de um programa de “reformas cambial, monetária e fiscal (para aumentar a eficiência da economia) e um programa de atração de investimentos estrangeiros, mapeando o horizonte de oportunidades além do tripé formado pelos setores de turismo, energia/mineração e transporte portuário”, como o anunciado pelo ministro cubano Ramón Marin, não é mesmo?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;Por essas e outras é que penso que a visão de mundo de inspiração marxista é apenas uma imensa ilusão. É verdade, antes de Marx, outros utopistas conceberam paraísos tão ou mais descolados da realidade. Para mim, a diferença entre tais visões reside no fato de que o marxismo tornou-se uma &lt;i&gt;cultura&lt;/i&gt;. Não há como discutir suas contradições, seus equívocos, suas conseqüência nefastas. Quaisquer argumentos em contrário são rechaçados com a desqualificação do interlocutor.Quem a esta cultura pertence é avesso a questionamentos. Por isso, talvez daqui a uma ou duas centenas de anos, quando o ciclo desta cultura estiver esgotado, é que a investigação histórica haverá de explicá-la mais completamente. Aos contemporâneos que caírem sob seu domínio, parece, só resta a servidão voluntária. E se bobear, a involuntária também!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;Por ora, o que se tem é a ilusão guevarista de um lado, na América Meridional, e a dura realidade do “turismo” cubano, de outro, na velha Havana, com sua moeda dos estrangeiros, os CUCs. Cada CUC vale 24 pesos cubanos, provocando frenesi entre os &lt;i style=""&gt;maleteros&lt;/i&gt; (que ganham o equivalente a cerca de 4800 pesos), ressentimento entre os motoristas de táxi, que pagam “imposto de renda” de 20 CUCs mensais, e frustração entre seus médicos, que ganham parcos 750 pesos ... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span  lang="ES" style="font-family:Arial;"&gt;Y el comandante a hablar sin nexo de la teoría de la relatividad!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  lang="ES" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Que se pasa em la isla?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt; Ora, nada mais do que manifestações de comportamento típicas do &lt;i style=""&gt;H. sapiens sapiens&lt;/i&gt;, de que capitalismo ou comunismo são apenas acidentes de percurso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O eventual leitor deste post, marxista ou não, que tiver abertura de espírito e queira compreender &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;(mesmo)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; um pouco do que se passa na ilha caribenha, além da leitura da reportagem completa, disponível em&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/11/16/327195780.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/11/16/327195780.asp&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;(acesso em 18/11/2007), &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;sugiro a leitura do livro &lt;b style=""&gt;Auto-engano&lt;/b&gt;, de Eduardo Giannetti da Fonseca. Nele, o autor, economista e filósofo, discorre sobre o comportamento auto-enganador, dos humanos e de outros seres vivos (animais e vegetais), como parte de suas estratégias de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que os cubanos são a dolorosa evidência de que "o equipamento moral do animal humano é o que é. Imaginar que ele possa vir a ser radicalmente aprimorado ou regenerado, seja por meio de homilias, cursos intensivos e exortações inspiradas, seja por meio de engenharia política e novos modos de produção, é abraçar fantasias de precário consolo e nenhuma validade". É o que se lê na página 211, do livro citado. Que resta, então? A inelutável condição humana, tantas vezes capaz de produzir momentos sublimes e de grandeza moral, quanto de macabra violência e inominável vilania.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-1983059743313454955?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/1983059743313454955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=1983059743313454955&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1983059743313454955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/1983059743313454955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/11/cuba-eplogo-de-uma-iluso.html' title='Cuba: epílogo de uma ilusão?'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-8641672798029713260</id><published>2007-11-11T22:05:00.000-02:00</published><updated>2007-12-24T19:19:02.626-02:00</updated><title type='text'>O Velho Marinheiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/R3AiDmtYaSI/AAAAAAAAACY/0qmVYJOGKHM/s1600-h/Catedral-3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/R3AiDmtYaSI/AAAAAAAAACY/0qmVYJOGKHM/s320/Catedral-3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5147651819410319650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ao concluir a leitura da obra escrita pelo professor Francisco fiquei com o sentimento de que uma vida é tempo pouco para se conhecer por inteiro a cultura papa-areia. Ah, se me fosse possível trancar-me na Rio-Grandense e folhear as tantas fontes em que se contam as histórias do Marquês de Tamandaré - ou, como ele mesmo pediu para ser lembrado: do Velho Marinheiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Francisco é um privilegiado. Mas, generoso, compartilha com seus leitores as muitas histórias do Velho Marinheiro. Como antecipei no primeiro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;, sua obra é um misto de ensaio e biografia. Biografias, o autor mesmo acentua, sobre seu personagem muitas já foram escritas. Ainda que sempre reste alguma controvérsia, não é este o foco central de sua obra. Ao menos a mim pareceu que o exame dos escritos de Tamandaré e da inserção de sua figura no imaginário popular constituem os elementos que haverão de assegurar ao trabalho do professor Francisco um lugar de destaque nas estantes dos estudiosos do tema. Estou me referindo aos capítulos "Joaquim Marques Lisboa: discurso e história", "A imagem, a caricatura e o Almirante: breve bosquejo histórico" e "O Almirante Tamandaré: monumentos e memória social".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses capítulos, recorrendo à abordagem teórico-metodológica da análise do discurso, o autor desvela a longa jornada do nosso personagem que, de adolescente voluntarioso, transformou-se no Almirante determinado e leal que dedicou sua vida à construção de nossa Marinha. Completa sua análise focalizando como a imagem do Velho Marinheiro, pelo culto à sua memória, em especial através da imprensa (inclusive, da caricatura, tema de pesquisa a que o autor tem dedicado o melhor de sua inteligência), logrou introjetar-se no imaginário social do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizo, revelando minha interpretação. Penso que Tamandaré transformou-se em herói nacional não apenas pelos seus inegáveis feitos, mas, também, por professar e praticar valores que se confundem com o que se costuma designar por "alma popular". O Velho Marinheiro encarna uma rara qualidade nos homens públicos: a coerência entre o que falava e o que fazia. Isto pode soar meio "careta", mas é o meu sentimento, concluída a leitura da obra. Menos épico do que costumam ser os heróis fabricados, Tamandaré reunia em sua pessoa qualidades que são caras ao brasileiro médio, a maioria silenciosa de cidadãos anônimos, militares ou não, que tratam de dar o melhor de si para cuidar de suas famílias, de suas comunidades, de seu país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bom que ele repouse entre nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-8641672798029713260?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/8641672798029713260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=8641672798029713260&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/8641672798029713260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/8641672798029713260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/11/o-velho-marinheiro.html' title='O Velho Marinheiro'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_CZdJjht335U/R3AiDmtYaSI/AAAAAAAAACY/0qmVYJOGKHM/s72-c/Catedral-3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-511461448131411875</id><published>2007-11-07T13:50:00.001-02:00</published><updated>2008-03-08T22:28:42.954-03:00</updated><title type='text'>Feira do Livro de Porto Alegre</title><content type='html'>Ontem, acompanhei meu colega Francisco num cansativo "bate-volta" a Porto Alegre, com a finalidade de participarmos da sessão de autógrafos de lançamento do livro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Porto e Barra do Rio Grande: uma secular aspiração que se tornou realidade (uma introdução ao tema)&lt;/span&gt;. Digo "participarmos" à guisa de justificativa, eis que minha contribuição à escritura do livro foi absolutamente secundária. Mesmo assim, não consegui demover o Francisco de sua insistência para que o acompanhasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta obra é o primeiro resultado de um projeto iniciado em junho deste ano e que esperamos culmine em 15 de novembro de 2008, com o lançamento de uma segunda obra, ainda sem título definido. Completa o projeto a realização de um Seminário Internacional sobre História Portuária, também no segundo semestre de 2008. Estas iniciativas têm como mote assinalar o transcurso do bicentenário da Abertura dos Portos, decretada por D. João, em 28 de fevereiro de 1808 (não espalhem, mas cerro fileiras com aqueles que consideram que nossa Independência se materializou mediante a sucessão de atos baixados pelo Príncipe Regente, desde sua breve passagem pela Bahia até sua fixação no Rio de Janeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro recém lançado foi pensado como uma obra de referência para os estudiosos sobre a história do Porto e da Barra do Rio Grande. Abrange o período que se inaugura com as observações dos primeiros viajantes e finaliza com a construção dos Molhes da Barra. Assim concebida, espera-se que seja de útil, em especial, aos professores dos níveis de ensino fundamental e médio, disponibilizando-lhes fontes primárias sistematizadas e comentadas, com o que poderão enriquecer suas aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se com esta abordagem fomentar o que o Superintendente do Porto, Sr. Bercílio Silva, denomina de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cultura portuária&lt;/span&gt;. Claro que temos a expectativa de que a leitura dessa obra também sirva ao deleite de outras categorias de leitores. A propósito, fiquei impressionado com o vivo interesse de vários rio-grandinos radicados na capital, que lá compareceram prestigiando o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizo, registrando o agradecimento do autor (e deste seu colaborador) ao Superintendente Bercílio, ao Engenheiro Quintas, ao Luciano, Diretor da CORAG, e ao Alan, Assessor de Comunicação do Porto. Na pessoa deles, estendemos este agradecimento a todos as outras pessoas (e foram muitas!) que colaboraram com o trabalho de pesquisa - que continua - de que o livro mencionado é um primeiro resultado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-511461448131411875?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/511461448131411875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=511461448131411875&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/511461448131411875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/511461448131411875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/11/feira-do-livro-de-porto-alegre.html' title='Feira do Livro de Porto Alegre'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-3687352546038960935</id><published>2007-11-05T07:42:00.000-02:00</published><updated>2007-11-07T13:49:34.893-02:00</updated><title type='text'>REUNI - O que penso?</title><content type='html'>A Maria Inês sugeriu em seu comentário que me manifestasse sobre a proposta que as unidades (departamentos e comissões de curso) elaboraram, a Administração Superior consolidou e o CONSUN examinou e aprovou, sendo a mesma encaminhada ao MEC no último dia 29 de outubro. Conheço o conjunto da proposta em linhas gerais, devido à sua complexidade e abrangência. Mas, creio haver compreendido razoavelmente a lógica do programa e fui protagonista do trabalho de construção da proposta do DBH. Sob estas premissas, procuro, nas linhas seguintes, dar conta do que foi sugerido pela minha leitora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a proposta, que o CONSUN aprovou por 53 votos (10 conselheiros votaram contra ou se abstiveram, não sei ao certo), for acolhida integralmente pelo MEC, não tenho dúvidas, em cinco anos nossa Universidade será duplicada em quantidade de alunos na graduação. Mas este é o aspecto mais visível, mensurável, do processo que se desencadeou. Inclusive, em mensagem que enviei ao Reitor, na véspera da reunião do CONSUN, falei em "refundação da FURG". Pois é esta a convicção que tenho, haja vista que a contratação de 172 novos professores efetivos, a grande maioria já titulados (Doutores ou Mestres), significará uma injeção de massa crítica em curto prazo (5 anos), sem paralelo em nossa história. É evidente, para quem tiver abertura de espírito para enxergar o processo por inteiro, que estes novos docentes vão fazer, sim, o que está incluído no projeto. Mas, ficarão limitados a isto? É claro que não. Será desencadeado um "círculo virtuoso", ou seja, o "aumento de vagas discentes e docentes" provocará uma transformação qualitativa da Universidade. Não é um despropósito, portanto, antevermos que a FURG mais que dobrará de tamanho nos próximos 5 anos e, mais importante, dará um salto qualitativo, inserindo-se definitivamente como uma "Universidade do século XXI".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá dificuldades? É claro que sim! Cometeremos erros? Sem dúvida! Mas, tenho a convicção que, por mais complexos e espinhosos que sejam os problemas com os quais teremos que lidar, serão problemas de outra ordem. Não mais estaremos a resmungar sobre misérias comezinhas. Teremos que enfrentar e resolver problemas vinculados ao nosso efetivo desenvolvimento institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos temores que supostamente fundaram a radicalização de um punhado de estudantes, tipificados pelo ANDES como "estudantes combativos", sinceramente, creio que o que os mobilizou foi sua motivação ideológica e o apoio material recebido do sindicato nacional dos professores. Infelizmente, foi só isso. Digo "infelizmente" porque os vejo apenas como "massa de manobra" acionada por interesses de quem não ousa dizer seu nome, alto e em bom som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do DBH, vínhamos há uns três anos discutindo nossa própria expansão. Nesse movimento, há pouco mais de um ano aprovamos o PPP e o novo currículo do curso de Biblioteconomia. Agora, propusemos a criação dos cursos de Arquivologia, Arqueologia e Histótia (bi-nacional, em Santa Vitória do Palmar) e a reformulação do curso de História (Bacharelado). Mais, pelo projeto que elaboramos, vamos ampliar a integração entre as áreas em que o Departamento atua, objetivamente, por meio da oferta de disciplinas inter-cursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemennte do que ocorrera no ano passado, em maio, quando baixamos em diligência a proposta de criação dos cursos de Arqueologia e Museologia, por falta de explicitação de quem proveria as condições de oferta (novos professores, instalações, equipamentos, bibliografia etc.), agora estas condições puderam ser claramente incluídas na proposta. Então, como já disséramos naquela oportunidade, não apenas votamos a favor, como vamos trabalhar até o limite de nossas competências para que o projeto se concretize.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paradoxal é que, no ano passado fomos escrachados publicamente por estes mesmos estudantes que agora dirigiram sua inconseqüência política contra o CONSUN e o Reitor. Na minha modesta opinião, falece-lhes a serenidade indispensável ao exame racional do processo em curso (ontem, hoje, amanhã), com base em fatos e argumentos - e não apenas em dogmas político-ideológicos. Com o tempo, espero, haverão de aprender a fazê-lo. Reinará o silêncio, então? Qual nada, pois quando alcançarem a idade da razão, serão substituídos por outros, mais jovens, que continuarão a fazer "barulho", a serviço sabe lá de quem. É ruim isso? Acho que não, no mínimo porque lembra-nos que o exercício do contraditório é um dos fundamentos do regime democrático.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-3687352546038960935?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/3687352546038960935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=3687352546038960935&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/3687352546038960935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/3687352546038960935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/11/reuni-o-que-penso.html' title='REUNI - O que penso?'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-7089068132486448304</id><published>2007-11-01T14:12:00.000-02:00</published><updated>2007-11-05T11:14:01.577-02:00</updated><title type='text'>Marquês de Tamandaré</title><content type='html'>Ontem, no final da tarde, na Câmara de Comércio, na companhia da Rejane e de alguns colegas da Universidade, pretigiamos o lançamento do livro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Almirante Joaquim Marques Lisboa - o bicentenário do Marquês de Tamandaré: história &amp;amp; memória&lt;/span&gt;. O autor é nosso colega de Departamento, Professor Francisco das Neves Alves. Como o título sugere, a obra foi escrita como parte das atividades que a Marinha do Brasil organizou e vem realizando em comemoração ao bicentenário de um dos maiores heróis de nossa Pátria. Ah, para quem não é da Marinha ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;papa-areia&lt;/span&gt;: Tamandaré nasceu em Rio Grande, em 13 de dezembro de 1807. Os elementos pré-textuais da obra evidenciam a cooperação que a viabilizou, incluindo as Faculdades Atlântico Sul, Anhangüera Educacional, Aracruz, Banco Real e Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao receber o convite das mãos do meu colega, declinou ele o quanto fora árdua a empreitada, por tratar-se de uma obra que lhe exigiu exaustivo estudo teórico-metodológico, bastante diverso daquele a que estava habituado em sua profícua trajetória acadêmica. As fontes, de igual modo, têm sua peculiaridade. Nada mais justo que façamos sua leitura com a mente descansada, para que possamos fruir mais completamente possível o texto do autor, embasado em copiosa documentação. Quando menos, este argumento justifica a resenha que postarei num segundo momento. Por ora, a quem aprecia o gênero, entre biográfico e ensaístico, deixo a recomendação de sua leitura. Por certo, há exemplares nas bibliotecas das Faculdades Atlântico Sul, Rio-Grandense, NID-Carreiros e, claro, do 5°    Distrito Naval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Francisco, os cumprimentos por mais esta contribuição à cultura rio-grandina!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-7089068132486448304?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/7089068132486448304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=7089068132486448304&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/7089068132486448304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/7089068132486448304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/11/marqus-de-tamandar.html' title='Marquês de Tamandaré'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-5422560212493952376</id><published>2007-10-30T12:37:00.001-02:00</published><updated>2007-10-31T11:55:36.931-02:00</updated><title type='text'>Mais um blog?!</title><content type='html'>Sim, mais um blog! Que desejo publicando-o? Adentrar de vez o universo da web, eis que, no exercício da docência, por outros meios, já o faço desde meados de 1989. Foi naquele ano, ao retornar do Mestrado, que procurei o então Diretor do CPD, Prof. Rodolfo, e obtive minha primeira conta de e-mail: bibcoi@furg.br, ainda ativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levei este tempo todo resistindo, porque, sabem os que me conhecem, não sou "integrado" nem "apocalítico", para recorrer à famosa metáfora de Umberto Eco. Sou avesso aos dogmas de quaisquer espécies. Um pouco como Heráclito, prefiro crer que "tudo flui" e que "é impossível banhar-se duas vezes no mesmo rio". Por isso, com paciência e perseverança, que os anos vividos me ensinaram, quero fazer deste blog um espaço em que seja possível &lt;span style="font-style: italic;"&gt;suspender o juízo e duvidar, metodicamente&lt;/span&gt;. Inclusive, de minhas próprias idéias ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento, dedico-me à tarefa de colaborar com meus colegas e educandos para inserir nosso grupo no processo de transformações tecnológicas, econômicas, sociais e culturais que afetam nosso fazer acadêmico e profissional - pelo menos na Universidade em que trabalho. Por isso, estamos imprimindo uma nova orientação pedagógica no Curso de Biblioteconomia e criando o Curso de Arquivologia, igualmente, sob esta mesma inspiração. Por certo, estamos cometendo equívocos. O tempo se encarregará de os evidenciar e, nós mesmos ou outros protagonistas, de consertá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que alguém lembre o componente "político" das transformações mencionadas no parágrafo anterior, adianto que as admito. Na minha visão, este componente perpassa os demais, articulando-os. E é assim que enseja ou impõe aos protagonistas o, às vezes, doloroso ato da escolha. Lembro que, sem escolhas, inexiste protagonismo ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-5422560212493952376?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/5422560212493952376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=5422560212493952376&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/5422560212493952376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/5422560212493952376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/10/minha-foto.html' title='Mais um blog?!'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-880147855871105655.post-7182394606514362784</id><published>2007-10-30T12:19:00.000-02:00</published><updated>2007-10-30T13:07:20.660-02:00</updated><title type='text'>Núcleo PROIFES na FURG</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;Vamos criar um núcleo do PROIFES NA FURG?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Nos últimos anos, as negociações entre nosso sindicato (ANDES) e o Governo produziram resultados pífios para nossa categoria. Na última negociação, a direção do sindicato assumiu posições no mínimo controversas, sendo, na prática, alijada das tratativas finais que produziram o acordo, inclusive com a criação da classe de &lt;i style=""&gt;Professor Associado&lt;/i&gt;. E quem coordenou, efetivamente as negociações? Um grupo de professores de várias universidades que se articularam num &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;fórum&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, denominado &lt;b style=""&gt;PROIFES &lt;/b&gt;(Fórum dos Professores das IFES).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ora, este é um segredo de polichinelo, pois basta entrar na página do &lt;b style=""&gt;PROIFES&lt;/b&gt; (&lt;a href="http://www.proifes.org.br/"&gt;www.proifes.org.br&lt;/a&gt;) para se saber tudo, por exemplo, sobre as negociações em curso neste momento. Aliás, informações estas que não se encontram na página do ANDES.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;E a que veio o &lt;b style=""&gt;PROIFES&lt;/b&gt;? Foi organizado para preencher uma lacuna, para dar conta do desamparo a que fomos relegados pela Diretoria de nosso sindicato, que priorizou uma diversificada pauta de lutas político-ideológicas, em desfavor de sua principal razão de ser, qual seja, a de representar os interesses relacionados às condições de trabalho dos professores. Mais precisamente, dos interesses dos professores que trabalham nas IFES. Mesmo que sejam justas as mencionadas lutas político-ideológicas, continua sendo um equívoco recursar-se a negociar com o Governo, objetivamente e prioritariamente,  nossas legítimas reivindicações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Quem examinar com serenidade a trajetória do &lt;b style=""&gt;PROIFES&lt;/b&gt; compreenderá não é um sindicato concorrente com o ANDES e, por conseguinte, com nossa AProfURG. Como seu nome sugere, é um &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;fórum&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que coexiste sem problemas com as entidades sindicais formalmente estabelecidas. &lt;st1:personname productid="Em v￡rias AD" st="on"&gt;Em várias AD&lt;/st1:personname&gt;’s isto (&lt;b style=""&gt;já&lt;/b&gt;) é uma realidade, contribuindo para o fortalecimento da categoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Então o que estamos propondo? Queremos convidar a todos os professores da FURG para conversarmos mais sobre este assunto. Há algumas semanas, alguns de nós já estamos refletindo sobre mais uma negociação "travada". Sobram evidências de que a Diretoria do ANDES repete a estratégia anterior, que deu com os burros n'água. Os últimos fatos, relativos à negociação da atual pauta de reivindicações (&lt;b style=""&gt;reajuste do vencimento básico, incorporações da GAE/GED, plano de saúde, paridade para os aposentados&lt;/b&gt; etc.) sugerem que merecemos esclarecimentos mais completos dos rumos da negociação com o Governo. O &lt;b style=""&gt;PROIFES &lt;/b&gt;pode ser nosso canal de mobilização efetiva, mediante o uso, pelo menos, dos recursos de comunicação eletrônica. Por exemplo, você conhece a tabela já apresentada pelo Governo? Sabe como anda a negociação do plano de saúde?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Entendemos que a distância entre Rio Grande e Brasília não é empecilho às múltiplas opções de conexão de que dispomos. Nos reuniremos no dia 01/11, às 16 horas, na sala 5, do pavilhão 4, no Campus Carreiros. Se você não puder vir, poste sua mensagem neste blog ou envie uma mensagem para claudioomarnunes@yahoo.com.br. Uma vez organizados, nossa atuação privilegiará meios de comunicação eletrônica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:12;"  &gt;Contamos com sua presença ou manifestação!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/880147855871105655-7182394606514362784?l=omarin53.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omarin53.blogspot.com/feeds/7182394606514362784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=880147855871105655&amp;postID=7182394606514362784&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/7182394606514362784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/880147855871105655/posts/default/7182394606514362784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omarin53.blogspot.com/2007/10/ncleo-proifes-na-furg.html' title='Núcleo PROIFES na FURG'/><author><name>Claudio Omar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15923494750651014743</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_CZdJjht335U/S-aK_DdqjBI/AAAAAAAAAFs/DF0_ueWHnAc/S220/Eu-2010-2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
